JESUS: A REINVENÇÃO DO DEUS DO SOL, HÓRUS

O TEXTO QUE SEGUE, FOI ORIGINALMENTE PUBLICADO NO BLOG "CONTRA O CRISTIANISMO"

O personagem Jesus Cristo, sendo literal e astrologicamente um híbrido, é explicitamente um plágio do Deus egípcio do Sol, Hórus. Por exemplo, inscrito há cerca de 3500 anos atrás, nas paredes do Templo de Luxor no Egito, estão imagens da enunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. As imagens começam com o anúncio à virgem Isis de que ela irá gerar Hórus; que Nef, o Espírito Santo, irá engravidar a Virgem, e depois o parto e a adoração. Isto é exatamente a história do milagre da concepção de Jesus Cristo.



Na verdade, as semelhanças literárias entre a religião egípcia e a religião cristã são flagrantes. São inúmeras as semelhanças entre Hórus e Cristo. No que diz respeito aos Dez Mandamentos, foram retirados do Livro Egípcio dos Mortos. Onde o Livro dizia "Eu Nunca Roubei" tornou-se "Nunca Roubarás"; "Eu Nunca Matei" tornou-se "Nunca Matarás", "Eu Nunca Menti" tornou-se "Nunca Levantarás Falsos Testemunhos", e assim por diante.

Na verdade, a religião egípcia é provavelmente a base primária fundamental para a teologia Judaico-Cristã. Batismo, vida após a morte, Julgamento Final, Imaculada Concepção, Ressurreição, Crucificação, A Arca da Aliança, Circuncisão, Salvadores, Comunhão Sagrada, Dilúvio, Páscoa e muitos outros são atributos de ideias egípcias, procedendo de longe o Cristianismo e o Judaísmo.

Justin Martyr (100-165 AD), um dos primeiros historiadores e defensores cristãos, escreveu: "Quando nós dizemos que ele, Jesus Cristo, nosso mestre, foi produzido sem união sexual, foi crucificado e morreu, e ressuscitou, e ascendeu aos Céus, não propomos nada de diferente do que aquilo em que acreditam no que diz respeito aos filhos de [o deus] Júpiter". Numa escrita diferente, Justin Martyr diz: "Ele nasceu de uma virgem, aceitem isto em comunhão com o que vocês acreditam sobre [o deus] Perseus". É óbvio que Justin e outros cristãos prematuros souberam como o Cristianismo era semelhante às religiões Pagãs. Contudo, Justin tinha solução. Para ele, o culpado foi o Diabo. O Diabo teve a ambição de chegar primeiro que Cristo, e criou estas características no mundo Pagão...

(FONTE: Zeitgeist)

Título original: Tudo começou no Egito...
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3 comentários:

  1. Esse argumento Jesus vs Hórus é algo profundamente falacioso. Isso se deve em parte ao filme documentário “Zeitgeist”, lançado em 2007. A película expõe informações incoerentes e sem qualquer respaldo histórico-científico acerca dos mitos abordados.

    A a página da Wikipédia sobre o filme, contém uma critica feita por uma das maiores autoridades em historia do Novo testamento, o Dr. Chris Forbes da Universidade de Mcquarie. Declarou que as fontes antigas, confiam em fontes que "tomam ideias emprestadas umas das outras, reciclando as mesmas tolices," e que nem "uma só fonte séria" pode ser encontrada nas listas de referências citadas no filme.

    Faz notar que Rá, não Hórus, é o deus egípcio do Sol, e que não há nenhuma evidência nas fontes egípcias que a deusa Ísis, mãe de Horus, seria virgem. Igualmente, Krishna (o oitavo filho), Dioniso (cuja mãe tinha dormido com Zeus) e Átis, não teriam nascido de vírgens. Assinala que o jogo de palavras com "são" (filho) e "sun" (sol) não funciona nem em latim, nem na antiga língua egípcia, nem em grego (koiné), e que a data 25 de Dezembro não é parte de nenhum dos mitos, incluindo o de Jesus, para o qual no dia do Natal foi instituído como feriado já com conhecimento pleno de que a data real do nascimento deste, era desconhecida.

    Também critica o uso de fontes romanas para sugerir que Jesus não existiu, afirmando que a longa lista mostrada rapidamente de historiadores supostamente contemporâneos, que não mencionavam a Jesus é, na realidade composta de geógrafos, escritores sobre jardinagem, poetas e filósofos, dos quais não se espera que o mencionassem. A alegação de que a citação de Flávio Josefo sobre Jesus foi acrescentada mais tarde, é criticada como falsa. Josefo, na realidade, menciona Cristo duas vezes, e somente uma das referências é tomada pelos eruditos como acrescentada na Idade Média, para mudar uma menção dele já existente.

    Argumenta que o filme apresenta erroneamente Constantino, ao mostra-lo como aquele que tornou o cristianismo a religião obrigatória (quando apenas a legalizou) e de ser o criador do Jesus histórico (quando os antigos registos da igreja mostram que a historicidade de Jesus tem sido um elemento determinante na fé desde o princípio da crença).

    Sobre o filme diz:

    "É extraordinário quantas coisas ele afirma que simplesmente não são verdadeiras."

    Segue algumas informações sobre Hórus e Krishna:

    A mãe de Krishina era virgem?

    Não, não era! Krishina era na verdade o oitavo filho da princesa Devaki. Perceberam? Oitavo filho. Como poderia ser virgem se já estava no seu oitavo parto?
    ....

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  2. A mãe de Hórus era virgem?

    Não, não era! Ela era casada com Osíris. O nascimento de Hórus é algo completamente diferente da história de Jesus. No mito de Hórus, Seth tinha matado Osíris (pai de Hórus) e despedaçado o corpo em 14 pedaços que foram espalhados pelo Egito. Isis (mãe de Hórus) juntou os pedaços de Osíris, mas não achou o pênis dele, então ela fez um pênis com as suas próprias mãos, e consumou o ato sexual (era uma vez a virgindade!). Durante este ato sexual Isis ficou grávida e deu a luz a Hórus. Definitivamente, a história do nascimento de Hórus em nada se parece com o nascimento de Jesus.

    A mãe de Hórus era chamada de Isis-Meri?

    Não, não era! Não existe nenhuma referência em nenhum livro, manuscrito, pergaminho, hieróglifo ou qualquer tipo de registro humano sério que grafe o nome da mãe de Hórus como Isis-Meri. Ela é conhecida apenas como Isis.

    Hórus nasceu no dia 25 de dezembro?

    O mito egípcio diz que o nascimento de Hórus se deu no último dia do mês egípcio do “Khoiak”, que equivale ao dia 15 do nosso mês de Novembro e não no dia 25 de Dezembro. Só por desencargo de consciência, a Bíblia também não diz que o nascimento de Jesus se deu em 25 de dezembro, isso foi convencionado durante o concílio de Nicéia, séculos depois. Essa data era a comemoração do deus sol e a igreja achou que através do sincretismo, associando o deus sol a Jesus, conseguiria fazer com que os fiéis esquecessem dos mitos antigos e se apegassem aos novos.

    Hórus nasceu numa caverna ou numa manjedoura?

    Nenhuma das duas alternativas, seu nascimento aconteceu num pântano. Além disso, o nascimento de Hórus não foi anunciado por estrela alguma, nem havia três reis magos presentes em seu nascimento. A propósito: Nem no nascimento de Jesus! A Bíblia nunca deu nenhum número e apenas se refere a “homens sábios” que visitaram a casa de Jesus (em Nazaré) e não a cena do nascimento (em Belém). Pelo fato do menino Jesus ganhar três presentes: incenso, ouro e mirra, convencionou-se após o século VI que seriam três os visitantes (sem falar que o evangelho apócrifo de Felipe explicita não só que eram três, mas também seus nomes: Baltazar, Belchior e Gaspar).

    Milagres na infância?

    Hórus nunca ensinou em templo nenhum e nem nunca foi batizado. Não existe uma única referência sobre isso.

    Em nenhum lugar a lenda de Hórus se refere a batismo algum. Também não existe o personagem “Anup” na lenda.

    ....

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  3. ....
    Hórus fazia “milagres?

    Sim, afinal de contas, era um “deus” e até onde eu saiba todos os deuses fazem milagres. Mas, a lenda de Hórus não menciona nenhum exorcismo. Hórus nunca ressuscitou ninguém, o mais perto disso que ele chegou foi conduzir sue pai, Osíris ao mundo dos mortos. Não é citado em nenhum lugar que Hórus andou sobre as águas.

    O documentário Zeitgeist diz que Hórus era conhecido como “Iusa” que significa “o caminho”, ou “o pai”. Ou como o “messias”, “filho do homem”, “pastor”, ou algo semelhante. Na verdade, nunca ninguém foi conhecido como “Iusa”, já que a palavra não existe em Egípcio.

    Os únicos títulos dados a Hórus eram de “grande deus”, “chefe dos exércitos”, “mestre dos céus”, “mestre fúnebre” e “vingador de seu pai”. Nenhum outro título aparece na mitologia Egípcia.

    Hórus tinha 12 discipulos?

    Não, Hórus só tinha 4 discípulos e não 12. Eram conhecidos como “Heru-Shemsu”. A lenda também fala de 16 seguidores de um grupo maior de guerreiros chamados “‘mesnui” que faziam parte do grupo de guerreiros de Hórus, mas também não são 12, além de não serem contados como discipulos.

    Cai por terra a história das doze casas do zodíaco. Falando nisso, Zodíaco é outra parte que gostaria de abordar aqui também, mas deixem-me terminar esta parte primeiro.


    Hórus deu um sermão na montanha?


    Isso também não existe na lenda de Hórus.

    Crucificado entre dois ladrões, enterrado por três dias numa tumba e depois ressuscitado?

    Hórus nunca foi crucificado. Uma das versões da lenda diz que ele foi cortado em pedaços e jogado na água. Isis pediu a um crocodilo (é isso mesmo!) que juntasse os pedaços de Hórus, que não ressuscitou, mas, como no caso de Osíris (pai de Hórus), caminhou para o mundo dos mortos, ou existência após a morte na qual os Egípcios acreditavam.

    Jesus simbolizaria a era de peixes?

    Bem, as iniciais da expressão “Jesus Cristo Salvador Filho de Deus” em grego (Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ Υἱός, Σωτήρ) formam a palavra “PEIXE” (ΙΧΘΥΣ).

    Hórus também tinha como símbolo a cruz?

    As divindades egípcias carregavam (na mão) o “Ankh” a “chave da vida” ou “chave do Nilo”. O Ankh não é o símbolo de Hórus, aparece nas mãos de diversas outras divindades mitológicas. Apesar de ter certa semelhança com a cruz cristã não há nenhuma relação direta. Na verdade, são simbolicamente diferentes.


    Precrevi de Jota Fagner

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